noticias
PUBLICIDADE
13 de dezembro às 12:55
Claudia Leitte fala um pouco sobre o projeto “SETTE”.

claudia_leitte_2

Cláudia Leitte – Meu novo projeto, “SETTE”, é um EP, que é uma nova mídia que tem menos músicas do que um álbum convencional, que são 14 faixas ou mais.

Neste, são 7 faixas. Eu fiz com esse formato porque eu queria que fosse um disco todo executado, eu direcionei pro verão, então, a minha intenção é eternizar o momento na vida das pessoas. São músicas muito alegres, muito carnavalescas, eu pensei muito no meu bloco, pensei nos churrascos, naquelas festas na beira da piscina, sabe… pra galera dançar o tempo inteiro. Só que ele tem seis músicas até então e eu já estou assim, desesperada  para lançar a sétima música porque essa é a razão do disco se chamar “SETTE” e essa sétima música é um presente para os meus fãs. Mas, por enquanto, é surpresa.

 

RD – Você não pode dar nenhuma dica?

CL – De jeito nenhum, esse EP eu guardei a sete chaves e na hora que eu lasquei em banda, todo mundo ficou “como assim”? Não posso contar nada. Quero fazer a mesma coisa.

 

RD – Fala um pouquinho sobre a sua música CARTÓRIO, da onde ela veio? Você participou do processo criativo dela?

CL – Ah Cartório… Tierry Coringa, que é um compositor da Bahia, mandou pra mim a música quase toda pronta, e aí eu incrementei, eu fiz a parte B da música que a gente chama da fuga né, uma ponte. Mas ela já veio toda voz e violão. Ela era um arrocha e eu transformei em um ragga porque eu tô falando de amor, mas eu quero dançar mais e rolou. Você não vai pedir o coração do outro ou vai entregar o coração pra alguém só fazendo assim, ”Meu coração é seu, tome”, não! Tem que chegar lá usando todas as ferramentas, tem que ter charme…  Eu sou linda e você não vai conseguir olhar pra ninguém só pra mim. Tome! Sacou?!

 

RD – Como foi pra você ser nomeada a rainha de bateria da Mocidade? O que você sentiu com o convite? Soube que você perdeu até a voz, fala um pouquinho desse momento.

CL – Não sei, até agora eu tento compreender por que, é meio que assim, eu já tinha me preparado um pouco, eu já tinha ido na internet para ver os vídeos e como as rainhas de bateria se comportavam durante a coroação, como era o evento em si, que tem todo um ritual, entrega a faixa, flores, eu queria fazer tudo certinho, né, ensaiar… Mas aí são as coisas da vida, eu cheguei lá, a quadra que eu vi nos vídeos não era a mesma, porque a quadra ela estava muito mais vazia nos vídeos e no meu dia não tinha mais espaço nem pra um alfinete. Foi uma coisa muito incrível porque aquilo significava assim, eu acredito que você está trazendo um sentimento diferente para a nossa comunidade, Padre Miguel toda, acho que Bangu toda estava lá, e aí eu fiquei em êxtase, não respondi por mim. A bateria tocava muito alto, e realmente, a mais quente do carnaval, do universo, é a Bateria da Mocidade Independente. Eu fiquei rouca porque era muita emoção, eu gritava muito, era uma sensação de liberdade porque eu não tinha o compromisso de cantar. Eu meio que misturei a emoção com a história de “gente eu não vim aqui pra cantar, eu vim aqui pra me divertir” e eu extravasei como se não houvesse amanhã.

 

RD – E você está fazendo alguma preparação especial pra esse dia, ou está vida normal?

CL – Tá vida normal agora, mas eu estava fazendo. Estava malhando muito, e tava muito legal o processo, porque tava me dando um condicionamento incrível para o palco e eu já tava sentindo resultado no meu corpo, mas agora eu estou já quase há duas semanas sem fazer atividade física e eu estou ficando desesperada, porque minha agenda tá muito lotada, não só por conta do carnaval, mas porque eu não gosto de ficar sem fazer nenhum exercício.

Eu vou retomar isso, mas nem que seja no horário que eu tenha que dormir, eu vou dar um jeito de levantar meia hora, quarenta minutos mais cedo pra fazer umas coisas, eu quero chegar bem no carnaval e muito condicionada.

 

RD – Você falou de um documentário, você pode falar um pouquinho o que é?

CL – O documentário é o “Sette”. Eu chamo esse disco de Sette também, porque eu fiz uma turnê chamada Sette em 2010. Não estou muito certa do ano, foi 2010 ou 2011. E essa turnê ela é uma das minhas preferidas. Tá, eu vou ser bem descarada, ela é a minha preferida, a turnê SETTE! Eu coloquei um exército no palco, eu me camuflava, de repente eu aparecia com a mesma roupa dos bailarinos no palco… Era muito legal e tinha uma história por trás disso tudo. E eu retomei essa historia agora, que na verdade eu interrompi lá atrás por qualquer razão que eu não lembro mais e agora tudo se conectou. Eu fiz um documentário lá atrás em Copacabana, gravei o DVD, depois fiz o outro documentário com a chegada do meu filho Davi e agora eu tô fazendo uma conexão desse documentário de SETTE lá atras com SETTE agora, as pessoas vão ver toda a diferença no meu comportamento, meu amadurecimento, vão poder fazer uma comparação de quem eu era e quem eu sou hoje. É muito bom, tô me vendo nisso. É punk, mas é muito bom.

 

RD – Atuar está nos seus planos?

CL – Me convidam. Engraçado, eu meio que descartava a possibilidade em fazer com a agenda louca que eu tenho, mas eu filmei o meu segundo comercial da SKY agora, e foi com uma empresa que faz cinema que é incrível, foi com o diretor Fernando que é sensacional e eu me senti tão feliz de me ver depois… Porque em geral eu não gosto de me ver, está no passado, deixa lá. Mas pensei e repensei tudo, então sim, faria na boa. Acho que eu mudaria um pouco até minha agenda pra fazer, sabe, eu acho, não sei, tô falando aqui.

.

Contém informações do site Rádio Disney.

Compartilhe:  
02/08
Claudia Leitte é a 5° maior produtora do Instagram Stories, no mundo.
29/07
Claudia Leitte apoia ação que pede ajuda de Mark Zuckerberg para hospital baiano
28/07
Claudia Leitte está ansiosa para o ‘The Voice Kids’: ‘Sou manteiga derretida’
27/07
Claudia Leitte curte dias de turista na Itália
26/07
Claudia Leitte é a homenageada da 10ª edição do Prêmio Quem Acontece
Facebook
Instagram

© 2013-2017 www.milkbrasil.com
Todos os direitos reservados.